Sustentabilidade

Dia INTERNACIONAL da Água ou Dia MUNICIPAL da Água?

 

Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da água para a vida em nosso planeta, a ONU (Organização das Nações Unidas) estabeleceu 22 de março como o Dia Internacional da Água.
Nesta data todos aproveitam para relembrar que o Planeta TERRA é formado de aproximadamente 70% de água, e que a maior parte dessa água, é salgada e imprópria para o consumo. A água doce, apenas 2,493% do total, está em lençóis subterrâneos ou congelada nos pólos, e apenas 0,007% está em rios e lagos, disponível para nosso consumo. Mas não é só isso não, desse 0,007% de água doce disponível 70% vão para a agricultura; 22%, para a indústria e 8%, para o consumo individual (fonte: World Resources Insitute, ONU).
Convenhamos, que ainda assim é muiiiiiita Água !!! Digo isso pois morando no Brasil, somos muito bem servidos de água. Além disso, com essa temporada de chuvas em várias cidades do mundo, há uma idéia de abundância da água. Portanto, por que afinal de contas, cada um de nós deve se conscientizar sobre a importância da água?

Em primeiro lugar, devemos considerar que antes de habitarmos o Planeta TERRA, somos habitantes da nossa residência, frequentadores do nosso trabalho/escola/... em nosso Município. Digo isso porque é nesse universo que as nossas atitudes podem fazer diferença de forma direta. Muito mais do que uma atitude ecológica, estamos falando de uma atitude social, que contribui definitivamente para o bom Saneamento Básico do Município, o que é fator de saúde e qualidade de vida para os habitantes. Talvez a ONU tenha errado, deveria ter chamado este dia de DIA MUNICIPAL DA ÁGUA. Vejam que a água da qual dependemos para viver, é a água potável entregue todos os dias na nossa casa.

LEED

 

Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) é uma certificação para edifícios sustentáveis, concebida e concedida pela ONG americana U.S. Green Building Council (USGBC), de acordo com os critérios de racionalização de recursos (energia, água etc.) atendidos por um edifício.
Foi posto em prática em 1998 e atualmente já possuem ou estão em fase de aprovação do selo cerca de 14 mil projetos no mundo.
É a certificação sustentável mais conhecida e recorrida no Brasil.

Nossas torneiras, arejadores de vazão e válvulas de descarga estão de acordo com os critérios de racionalização de recursos do LEED e NSF (Fundação Nacional de Ciência).

 

 

No Rumo das Construções Sustentáveis

 

 

Construções Sustentáveis (Green Buildings) têm sido projetadas e construídas há mais de três décadas. Iniciativas nos últimos anos, porém, de maior alcance vêm produzindo maiores benefícios em edificações institucionais e comerciais, nestas especialmente, minimizando os impactos ambientais (redução de recursos e da poluição), melhorando o funcionamento, reduzindo os custos de manutenção, aumentando o bem estar e a produtividade de seus ocupantes.

Iniciativas para construções sustentáveis estão revolucionando a indústria da construção civil nos Estados Unidos e no Canadá com o envolvimento de grandes agências governamentais e companhias privadas criando compromissos a fim de chegar a termos comuns e normas que regulamentem as construções sustentáveis ou “verdes”.

ASHRAE publicou a norma 90.1-1999 Energy Standard for Buildings (Padrão Energético para Construções) que rapidamente se tornou a referência para eficiência energética em edificações comerciais e foi adotada no Código de Edificações de diversos estados americanos, mas foi a iniciativa do LEED™ desenvolvida pelo U.S. Green Building Council (USGBC) que se destaca como aquela que prevalece no sistema de escalas das edificações na América do Norte.

A iniciativa do LEED™(Leadership in Energy and Enviromental Design) disponibiliza uma tabela de referência que posiciona a edificação quanto a sua performance, a começar por aspectos de projeto e de construção de uma edificação sustentável, inclusive em relação a escolha do ponto desta edificação, eficiência de águas, eficiência energética (elétrica), seleção de materiais e reciclagem, e finalmente a qualidade do ambiente interno.

Elementos de hidráulica como produtos da DRACO®, ou quaisquer outros componentes hidráulicos, como tubos e conexões não são passíveis de certificação LEED™ , ou ainda terem impressos o logo LEED™, ainda que seu uso resulte diretamente em consumo de água e de energia elétrica, isso acontece porque apenas edificações podem receber estas certificações.

Produtos DRACO® como torneiras e chuveiros, ou ainda arejadores instalados como compontes de retrofit, podem ajudar engenheiros hidráulicos e projetistas de edificações, pois ganham 1 (um) ou 2 (dois) pontos LEED na categoria Materiais e Recursos, Resource Reuse (Credito tipo 3) pela redução de 20% a 30% no consumo de água além daquele fixado para equipamentos hidráulicos pela Energy Policy Act de 1992.

LEED é uma marca registrada do US Green Building Council.

Para maiores informações para iniciativas  em construções sustentáveis visite: www.usgbc.org ou www.cagbc.ca  . Para maiores detalhes nas normas ASHRAE visite www.ashrae.org (sites em inglês).

 

Entrevista concedida em 2008 referente a construção civil e sustentabilidade, e o papel dos metais sanitários sensorizados.

 

1-Quais as funções e benefícios da utilização de metais sanitários sensorizados?
Segundo estudos científicos efetuados pela USP (Universidade de São Paulo) capitaneado pelo Professor Doutor Orestes Marraccini Gonçalves com a colaboração dos Engenheiros Humberto Oyamada Tamaki e Gisele Sanches da Silva que utilizando metodologia científica de pesquisa chegaram á elaboração do PURA (Programa de Uso Racional de Água) uma contribuição importante para o que chamamos de Desenvolvimento Sustentável, que possui a seguinte definição:

Desenvolvimento Sustentável: Satisfazer às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazer as suas próprias necessidades.

Este conceito permeia todas as ações da nossa empresa que não só se preocupa com a questão financeira, mais trabalha para eliminar desperdícios desnecessários que são mais comuns que a maioria das pessoas e empresas podem supor. Este programa sugere baseado em estudos, medidas e equipamentos que nos levam ao uso racional da água, neste programa foram testados vários equipamentos de várias marcas e modelo com o intuito de classificar os tipos de equipamentos que são mais eficientes na economia de água, as conclusões foram animadoras chegando a percentual de até 40% de economia com o uso de torneiras sensorizadas, podendo ser o dobro, quando falamos de V. de Mictório e de Descarga Sensorizadas.

Portanto a Automação dos Metais Sanitários tem como benefícios como a ECONOMIA de água além da HIGIENE, tanto ao usuário pelo acionamento sem contato manual, quanto ao ambiente, pela garantia do acionamento, por exemplo, da Descarga dos Vasos, além do CONFORTO, a exemplo de funções onde é exigido a constante lavagem de mãos.


2- Estes equipamentos sensorizados já estão se popularizando no Brasil? Ou vem sendo somente utilizados em ambientes públicos?
Como todos os produtos da cadeia de consumo, quando do seu início de fabricação, tem custo elevado, servindo apenas a classes mais abonadas e que perfazem uma minoria, e que com a produção crescendo em escala e com a consequente redução de preços, torna-se acessível a outras classes e se populariza. Em especial as torneiras eletrônicas, que já existem a mais de 30 anos mundo afora e há mais de 15 anos no Brasil, agora começa este processo inicial de popularização, porém ainda discreto, moviso também pelo aculturamento gradual da população que nosso jovem país vem demonstrando da ECONOMIA, ou seja, do uso racional.


3-É possível quantificar a redução do consumo que a implementação deste tipo de tecnologia viabiliza?
Conforme resposta 1, em média 40%, porém caso a caso, com a verificação do número de usuários dos Sanitários, do consumo de água do estabelecimento e do levantamento dos equipamentos utilizados, é possível saber com muita precisão os valores de economia que serão alcançados com a substituição destes equipamentos pelos sensorizados.
Ambientes de grande fluxo de pessoas. Uma torneira sensorizada em um Shopping se paga em menos de 2 anos, e portanto, retorna seu valor ao Shopping a cada igual período.

4- Para esta implementação é necessário um sanitário especialmente projetado para tal fim?
Não, os metais sanitários sensorizados, em sua maioria são desenvolvidos para substituir equipamentos comuns de maneira simples e prática, sem necessidade obra civil.


5- No caso de novos projetos, quais as necessidades a serem previstas?
O primordial é o entendimento da necessidade do Desenvolvimento Sustentável! Saber que cada um de nós temos que nos conscientizar e sabendo da sua responsabilidade reconhecer seu Dever perante ao Meio em que vivemos. A única indicação feita para projetos, é que sejam deixados pontos de energia, próximo aos pontos de água, sejam eles para torneiras, válvulas de mictório ou válvulas de descarga. Além disso, caso sejam sanitários sujeitos aos indesejados porém recorrentes atos de vandalismo e furtos, sugerimos equipamentos embutidos, que sendo assim são muito resistentes a estas situações e sendo assim precisam contar do projeto civil.

6-As pessoas já estão com maior consciência ambiental para assimilar uma tecnologia assim?
Sim, sem a menor dúvida, já vivemos esta realidade, da conscientização ambiental. As pessoas já conseguem perceber esta necessidade, até porque os recursos cada vez mais escassos, tornam-se também cada vez mais caros (uma das maneiras de aprendermos é com a Dor das experiências, e sabidamente o bolso é um dos "órgãos" mais sensíveis do corpo humano). Desta forma, seja por consciência ambiental, seja por necessidade de economia, estes equipamentos passam a fazer parte cada vez mais de nosso cotidiano, e as próximas gerações, as crianças, vão crescendo e se aculturando com este tipo de atitude necessária para podermos viver em um mundo melhor!

 

O HOMEM E A ÁGUA

O ser humano não consegue viver longe da água que bebe e dos resíduos que produz. Essa parece ser uma preocupação que acompanha as civilizações desde as épocas mais remotas. Embora, com o passar dos tempos, a humanidade tenha aperfeiçoado muitas técnicas para coletar água e afastar os detritos, o problema permanece até os dias de hoje.
Os povos primitivos utilizavam métodos simples para recolher as águas das chuvas, dos rios e dos lagos. Com o decorrer do tempo, as necessidades humanas e o crescimento da população passaram a exigir quantidades cada vez maiores de água e facilidade de acesso ás fontes existentes. Ao mesmo tempo, eram procuradas novas fontes de suprimento, inclusive no subsolo. Na América, os incas e mesmo as civilizações mais antigas já construíam numerosos sistemas de canalização de águas para irrigação, principalmente nas terras áridas da costa do Peru. Os egípcios dominavam técnicas sofisticadas de irrigação do solo na agricultura e métodos de armazenamento de líquido, pois dependiam das enchentes do Rio Nilo.

UMA VIDA MELHOR

Hoje quando falamos de sustentabilidade, sustentar a vida em um município, estamos falando em disponibilizar água e esgoto a seus habitantes. Em economizando, ou seja, utilizando racionalmente a água, estamos obtendo os seguintes benefícios dentro de nosso Município:
- Maior oferta de água, para atender a um número maior de usuários.
- Redução dos investimentos na captação de água em mananciais cada vez mais distantes das concentrações urbanas.
- Diminuição dos investimentos para atender às demandas em dias/horários de pico.
- Maior oferta de água para áreas deficientes de abastecimento.
- Redução do volume de água a ser captada e tratada.
- Diminuição do volume de esgotos a serem coletados e tratados, e consequente redução dos custos do tratamento de esgoto.
- Postergar investimentos necessários à ampliação do Sistema Produtor de Água bem como do Sistema de Esgotamento Sanitário do Município.
- Diminuição do consumo de energia elétrica (poucos se dão conta da demanda de energia para distribuição da água que se dá através de bombeamento contínuo).
- Garantia do fornecimento ininterrupto de água ao usuário.

TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL

 

Cientes disso, muitos Governos e ONGs pelo mundo afora vem nas últimas duas décadas criando leis para indústria de equipamentos e da construção civil, e estabelecendo normas visando a redução do consumo de água. No Brasil, há um atraso considerável neste sentido, por parte do governo, porém a iniciativa privada caminha nessa direção por uma necessidade de subsistência. Cabe aqui salientar que um dos grandes consumidores da água são próprios órgãos públicos.
Veja, ninguém quer perder, portanto “não peçam para eu abrir mão do meu conforto”. Pensando assim, muito tem sido feito no sentido de se criar novos dispositivos, produtos que mesmo utilizando uma quantidade menor de água, tenham a mesma eficiência e conforto. Portanto essa é uma política saudável também no âmbito econômico, uma vez que promove a indústria, incentivando o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas à redução do consumo de água e reduz o gasto do indivíduo com este recurso.
A DRACO vem ao longo de seus mais de 10 anos de existência, desenvolvendo e disponibilizando para o mercado brasileiro, equipamentos com esse objetivo, como Chuveiros, Válvulas de Descarga, Torneiras, Retrofit de Torneiras, todos estes visando uma fácil aplicação de baixo investimento e rápido retorno. Em Sanitários Públicos, pequenos investimentos como a simples substituição dos arejadores das torneiras, resultam de 10% a 20% de redução da conta de água.

Logo, se “...nada se perde ... tudo se transforma” (Lavoisier), a importância deste dia é de sabermos da real possibilidade de transformarmos os gastos desnecessários em benefícios diretos, sem perda de conforto e com ganhos reais para nossos orçamentos, sem falar que estaremos garantindo a água de cada dia, afinal de contas nem só de pão vive o homem ...